Fluam, obviedades
Versos mal ajambrados
Bailam leves inverdades
Retoques malarranjados
Ausentes deleites da vida
Fugas vãs, do nada vivida
Ode a dor, enredos falidos
Velhos ecos, repercutidos
Amorfo sentir, arrastado
Confusa lógica e sentido
Só, dentro de si, arrasado
Inarticulado grito, retido
Aonde andas, fantasia
Por que deixastes, na agonia
Mísero de paixões, incendiado
Em gestos e falas, amordaçado ?...
3 comentários:
Mas a inspiração não ficou ausente, muito linda poesia. Meus parabéns
José Luiz de Almeida (Zé Gaiola)
gaiolalmeida@terra.com.br
06/08/2011
(SITE DE POESIAS)
Doloridos e afiados como lâmina! Como sempre seus versos encorpados, bem escritos, lindos ... BJss
Elisa Maria Gasparini Torres
emgari@yahoo.com
06/08/2011
(SITE DE POESIAS)
Prezado Ediloy
Meus cumprimentos,
Finalmente, surgiram elas
Ajambradas e muito bem
Não obviedades singelas
Mas cultivadas no além
Têm forma definida
Lógica e conclusão
Não amorfas, têm vida
E pulsam no coração
Abraços
Armando A. C. Garcia
Bolg: http://brisadapoesia.blogspot.com
ARMANDO A. C. GARCIA
armandoacgarcia@superig.com.br
17/08/2011
(SITE DE POESIAS)
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